A madrugada subverte

Quem sou eu? Sou a menina do dia, que compra o pão na padaria, que interage com pessoas, pessoas de ponto de ônibus, que realizar as tarefas e algumas obrigações, que cria coisas e casos, de dia...
Mas, na madrugada, entre tosses e falta de ar, consome-se em crises de ansiedade perdendo o alentador sono, tendo assim, a sanidade roubada.
Na madrugada subversiva não sou mais aquela que compra pão na padaria. Sou alguém que vai viajar, que corre longe, percorre estradas, alguém do mundo. Mundo inteiro. Não caibo debaixo de um teto. Não caibo dentro de mim. E o dia parece pequeno. E a vida parece mais imensa.
Mas, na madrugada, entre tosses e falta de ar, consome-se em crises de ansiedade perdendo o alentador sono, tendo assim, a sanidade roubada.
Na madrugada subversiva não sou mais aquela que compra pão na padaria. Sou alguém que vai viajar, que corre longe, percorre estradas, alguém do mundo. Mundo inteiro. Não caibo debaixo de um teto. Não caibo dentro de mim. E o dia parece pequeno. E a vida parece mais imensa.
*** só um espirro da idéia que realmente é, infelizmente, a ansiedade não me deixa ir mais longe...

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