31.10.06

OooOooOooOooOooO

... é das multidões, testemunha discreta e atenta, ávida de ver, de compreender, de entrar em contato. Seu olhar contemplativo percorre com calma e volúpia a paisagem e os homens em volta. Retira deles o que apenas a sua sensibilidade, o seu paladar, enfim, os seus sete sentidos apuradíssimos são capazes de apreender.

a experimentar de novo a volúpia do sol sobre a pele no quintal da sua infância...

machucante Sigismundo. vou encontrar. hã? pra quê? um quê de não sei mais... de pião que rodou e rodou e rodou e agora caiu e parou de rodar. está lá caído parado atento no asfalto ou chão de terra batida (nos dois). as coisas de tão que me eram já não estão. mas ainda são. e a amplitude aberta e plana ficou oca. é? plim. fim. início. nada. apenas. é.
e o Tudo me desfragmenta e me deixa de existir...

por que caminhos se deve caminhar quando não existem mais caminhos? Quando a terra, a poeira, os matos, os pedregulhos e tudo mais se desmaterializou? não caminhar? Apenas se adaptar enquanto "não é mais" num "existir que é"...


mas sei que nada disso importa. crianças bobas e burras e ególatras. Assim como estou agora... eca! Uma desestabilidade birrenta invalida meu verbo.